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Crise na coleta de lixo em Porto Velho Sistemma segue sem estrutura e eleva alerta sanitário
A coleta de lixo em Porto Velho enfrenta um cenário preocupante e já acende alerta para um possível problema de saúde pública. A poucos dias da mudança no serviço, a empresa que deve assumir a operação ainda não possui estrutura mínima para atuar na capital.
De acordo com informações apuradas pela equipe do Jornal Eletrônico Portal de Rondônia, a Sistemma, responsável pela nova etapa da coleta, não conta até o momento com itens essenciais para o funcionamento do serviço, como base operacional instalada, equipe contratada, garagem adequada e equipamentos necessários — inclusive para regiões que exigem logística específica, como o Baixo Madeira.
A proximidade do fim do contrato atual, previsto para encerrar no dia 22 de abril, aumenta ainda mais a preocupação. O curto prazo para transição levanta dúvidas sobre a capacidade da nova empresa em assumir a operação sem comprometer a regularidade da coleta.
Nos bastidores, o clima é de tensão. Avaliações técnicas indicam que, sem estrutura pronta, dificilmente o serviço será iniciado com eficiência, o que pode resultar na interrupção da coleta e acúmulo de lixo nas ruas.
Esse cenário representa risco direto à população, já que a suspensão ou falhas no serviço podem provocar proliferação de doenças, aumento de vetores e impactos ambientais, agravados pelas condições climáticas da região amazônica.
Fonte: Portal de Rondônia
