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Polícia Federal escolheu o dia do aniversário do Governador Marcos Rocha para realizar operação

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Completando 54 anos nesta quarta-feira (03/08), o Governador do Estado de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (União Brasil), acordou com a informação que uma grande operação da Polícia Federal estava sendo realizada para combater a corrupção no seu governo.

A segunda fase da operação Polígrafo, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta hoje, apontou que o Governo de Rondônia, através da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), pagou mais de R$ 1 milhão de reais em propinas para políticos e empresários.

Em conjunto com o Ministério Público de Rondônia (MP-RO) e a Controladoria-Geral da União (CGU), os policiais federais tentam desarticular possíveis esquemas de fraudes na Sesau, durante aquisição de 100 mil kits de testes rápidos para diagnóstico da Covid-19. O valor total da contratação investigada passa dos R$ 10 milhões.

Em 2020, durante a primeira fase da operação, a PF apurou que os 100 mil kits de testes rápidos não funcionavam e que havia um esquema de corrupção ativa e passiva envolvendo empresários e políticos ligados à Sesau, no qual 10% do valor do contrato era pago em forma de propina.

 Durante as investigações foram notadas irregularidades na dispensa de licitação para compra dos testes, que não possuíam registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Também chamou atenção o superfaturamento no valor de cada unidade adquirida se comparado ao preço ofertado no chamamento público da Superintendência Estadual de Licitações.

Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em Porto Velho/RO, São Paulo/SP, Barueri/SP, Belo Horizonte/MG e Rio de Janeiro/RJ, todos expedidos pela 4ª Vara Criminal de Porto Velho. Além de APROXIMADAMENTE 30 policiais federais, atuam nas diligências 14 servidores da Controladoria-Geral da União (CGU).


Os investigados, se comprovadas as irregularidades, podem responder por crimes como: fraude à licitação, corrupção, peculato, falsidade ideológica e associação criminosa.

O nome da operação “Polígrafo” refere-se ao aparelho eletrônico conhecido popularmente como detector de mentiras, como menção às fraudes e direcionamentos das licitações.

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